Família, memória e fundação
A Quinta das Pereirinhas é sinónimo de tradição familiar. A sua história vitivinícola vem de longe, enraizada no tempo em que os antepassados da família regressaram do Brasil e decidiram repensar e reorganizar a agricultura naquele lugar.

Alvarinho, reconhecimento, dinâmica e continuidade
Desse gesto fundador chega-se aos dias de hoje, num período em que o Alvarinho de Monção e Melgaço conhece um crescimento sustentado de notoriedade e prestígio, afirmando-se como uma das grandes referências do vinho português.
Neste contexto, a Quinta das Pereirinhas assume-se como um produtor de reconhecida dinâmica na região, sem nunca perder o fio condutor da tradição nem a ligação profunda à terra.
Sem esse vínculo, o vinho não é nada — torna-se apenas uma bebida entre tantas outras. O vinho deve ser uma viagem histórica e sensorial, ancorada nas especificidades culturais, sociais e geológicas do território.

História, memória e futuro
Esta magnífica zona vinícola fronteiriça do extremo norte de Portugal representa uma digressão pelos fragmentos da memória coletiva, um percurso pela história e um vislumbre profundamente humanizado do futuro.